domingo, 12 de fevereiro de 2017

    De longe, ao fitar algumas árvores que se balançavam com forte intensidade por causa de um vento que se aproximava, me arrepio ao perceber uma brisa de vento que chegara suave, gelada e gostosa.       Ao respirara-la, me vem lembranças do passado devido à todo esse contexto que estava rolando naquele momento.... ás árvores, à brisa gelada, o caminhar atento ao que me rodeava...

E por fim, penso:

   As lembranças do passado nos moldam como uma lápide ao longo da vida, e há quem diga que não é verdade. (risos)... Olha só, que pedra de formato mais engraçado!! Lembrei do tempo de infância e da tirania com que a usávamos pedras iguais à essas contra nossos inimigos...É, todos temos um lado meio que sombrio, né? rsrs gozado.  

 Dia ou noite, agimos com determinadas ações um tanto improváveis, talvez pelo medo do próximo instante não sabido, quer dizer, à todo momento vivemos um pouco assim, liberando um sinal de preocupação as pessoas que estão ao nosso redor, desconforto e até medo. É, insegurança eu não quero nem de longe! (risos) .

   Ainda, é de se ver que tudo isso, essa incerteza que aperta o coração e sufoca a garganta, que está por vir no próximo minuto,  faz com que fiquemos loucos de felicidade e de tristeza por não saber ao certo como estaremos, ou  até mesmo com quem estaremos num próximo instante.

   A vida surge à todo momento, em uma borboleta que sai de um casulo, em um filhote de cachorro ou criança recém nascida, vinda do ventre de sua mãe.  O processo é continuo e não há fim, há esperança e incerteza, sempre!

  Bom, estou muito feliz por concluir mais esse texto. 

 Ah, e a lápide? quando finda?? È, boa pergunta...

                                                                                                       Gustavo Farias...

Nenhum comentário:

Postar um comentário