domingo, 18 de fevereiro de 2018

 Quem realmente sou?


 A pergunta se destaca tanto quanto a resposta esperada.

Os ouvidos são afagados por gritos desesperados de uma melancolia surda.

Quem será que sou?

 Algum vsitante num lugar escuro com entusiasmo de saltar aos mistérios sombrios e outros coloridos?

 Ou seria aquele aparentemente ser confuso,  distante dos machistas e incompreendidos pelos demais?

Quem será que sou?

Um bom amigo tentando ajudar os esquecidos dos outros amigos na expectativa de um sincero
abraço?

 Meu Deus!

 Quem sou eu?

                                                                                                                Gustavo Farias

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